Zumbis, Fido.
Filmes de zumbis, na minha sincera opinião são ótimos. Eles mostram a humanidade de um jeito frágil e interessante. No caso dos filmes nos quais é retratado um colapso mundial por causa dos ataques dos mortos vivos, é melhor ainda. Mas o que dizer de um filme, que mostra o que aconteceria se os zumbis fossem domesticados? Zumbis trabalhando em fábricas, cadáveres em decomposição ajudando a servir o chá das 18h e garotinhos ficando amigos de criaturas que só pensam em devorar cérebros. Bem vindo ao mundo de Fido.
A história de Fido é essa: nos EUA, num universo alternativo, semelhante à década de 1950, algum tipo de onda espacial atinge a terra. Com isso, todas as pessoas mortas voltam à vida. Uma empresa, a Zombicom inventa um equipamento para controlar os instintos assassinos dos zumbis, neste momento, a guerra contra os mortos vivos já está ganha e o país cria áreas “seguras” onde vivem apenas pessoas vivas e zumbis com as coleiras de controle de zumbis. Depois de saber isso, a história se vira para Timmy, um garoto comum, que tem sua vida mudada no momento em que sua mãe compra um zumbi.
Eu não vou me ater muito ao filme, porque afinal, eu não tenho um blog de cinema. Quero falar mesmo é dos zumbis. Zumbis, estes adoráveis cadáveres comedores de carne e/ou cérebros, há um cheiro melhor do que o de zumbis pela manhã? Talvez sim, afinal, corpos mortos com semanas de decomposição ininterrupta tentem a ter um cheiro desagradável, mas voltemos ao ponto. Filmes de zumbis nos ajudam a pensar no estado quase animalesco em que a humanidade ficaria caso surgisse um vírus, ou uma mladição, ou uma toxina, ou aliens ou ondas espaciais tornassem todos os mortos em inimigos. O dinheiro deixaria de ser usado, pessoas trocariam objetos (”quer trocar meu tanque de gasolina por esta tua metralhadora?”) . Sobrevivência seria uma dádiva. As pessoas lutariam por comida e por água e lentamente toda a cultura seria esquecida, caso os zumbis não fossem controlados.
Gostaram? pois é, o texto não é meu. Ele é do Guilherme Leon, amigo meu, que não tem um blog e pediu para eu postar aqui.




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