Brasil, eô.

•Março 15, 2009 • 4 Comentários

Zeebo, Ubisoft e outras empresas do ramo se instalando em território nacional e impostos muito altos. Sabe o que essas três coisas têm em comum? O Brasil. Esse país de tecnologia escassa, povo burro e impostos absurdos, está, inegavelmente, crescendo bastante na área de games.

Mas acredito eu que não é bem por aí.

Sim, pode ser inegável que o país está crescendo, mas ainda assim quase não há reconhecimento algum por parte do resto do mundo. O Zeebo, por exemplo, é um videogame produzido pela TecToy que pretende fazer com que o Brasil consiga, por fim, tomar um lugar no mercado internacional de videogames. Mas espera aí, como que vai tomar qualquer lugar sem ter qualidade alguma? Os gráficos do Zeebo são, de acordo com a TecToy, “um pouco superiores aos do PSP”, o que é no mínimo alarmante, considerando que é um console caseiro. Mas eu sei que ele não quer competir com essa geração atual de consoles. É pior ainda: ele quer competir com o PS2! É, o PlayStation 2, aquele que foi lançado há nove anos atrás. Agora tu te perguntas: “Como assim, o Zeebo quer competir com o PS2?!”, e a resposta é sim. Um videogame com gráficos piores que o PS2, o preço um pouco mais caro, e ainda que vai ser estreado mais de nove anos depois. Sou só eu que estou vendo o absurdo nisso?

Continuando sobre o PS2: ele vai começar a ser produzido em Manaus. Claro, a notícia não é nova, mas é pertinente ao assunto. Sério, essa notícia chega a ser deprimente. É um absurdo que,  no Brasil, ainda seja, vendidos PS2 suficientes para que se torne viável uma fábrica tupiniquim. Não faz sentido, o videogame já deveria ter sido descontinuado a anos atrás, mas ainda é o console que mais vende no Brasil.

Claro, eu sei que o Brasil tem todo o problema dos impostos abusivos, que chegam a inflacionar mais de 250% o ramo de jogos eletrônicos. É uma coisa óbvia que nenhum país possa ter algum espaço no mercado interncional de games com esse absurdo que é. Nos Estados Unidos, por exemplo, um XBox 360 Premium custa US$300, enquanto no Brasil ele chega a custar R$2400. Um Wii, da Nintendo, que custa US$250, custa aqui R$2000. Bom, pelo menos para aliviar um pouco, perambula pelo senado o projeto de lei 300/2007, de março de 2007, que pretende diminuir em 80% os impostos sobre os videogames até 2014, 75% até 2016, e 70% até 2019 (para título de informação, essa lei é uma extensão de uma outra lei de 1991, que incluía todos os produtos tecnológicos nessa lei, menos os videogames), quando a lei será extinta. Isso, com toda a certeza, irá ajudar e muito a indústria brasileira de jogos, eu espero, e talvez conseguirá, por fim, colocar o Brasil em um patamar interessante no mercado internacional.

Enquanto essa lei não vem, temos pelo menos algumas empresas se instalando no Brasil, como a francesa Ubisoft, que pretende desenvolver games de DS aqui na pátria amada. Foi lançado finalmente, em janeiro, o primeiro jogo brasileiro para DS, chamado Musicstar: I Wanna Be a Popstar, um jogo onde tu és uma aspirante a popstar que vai atingindo o sucesso através dos anos, podendo mudar sua aparência, comprar novos instrumentos e gravar suas próprias músicas. Okays, pode ser que isso seja um passo a frente, mas não há NADA sobre o jogo em nenhum grande site de games, como o IGN.com e o GameSpot. Não achei nenhum review na internet, nem nenhuma coisa do gênero. Só o site da Overplay, empresa responsável pelo jogo.

Acho eu que, mesmo com todos esses problemas, o Brasil conseguiu evoluir um pouco, mas ainda é um país muito pouco desenvolvido para conseguir entender que videogames não são só uma perda de tempo, ou uma brincadeira de criança. Quando os brasileiros (e os políticos, principalmente) entenderem isso, aí sim o Brasil conseguirá finalmente fazer uma evolução significativa.

Gears of War 2

•Março 6, 2009 • 6 Comentários

Inaugurando a seção de reviews do blog, nada como o jogo que eu ando jogando mais, que é essa obra que é um “must” nas coleções de jogos de todos que tem um XBox 360.

Gears of War 2 (Epic Games), 2008

O considerado por muitos o melhor jogo do ano (eu me incluo nesse “muitos”), quase ignorado pelos prêmios de melhores jogos do ano, Gears of War 2 é, certamente, um jogo que provavelmente já virou um clássico, talvez pela sua “range” de dificuldade, que vai de facílimo a muito difícil, talvez pelo horde mode, mas, com certeza, notável pelo seu multiplayer online. O review completo, logo após a imagem fofinha.

Marcus Fenix, O CARA

Marcus Fenix, O CARA

História:

O jogo se passa alguns anos depois da explosão da Lightmass Bomb, no final de Gears of War, que iria destruir todos os Locust. Descobre-se que a raça Locust consegue sobreviver à bomba, e volta a assombrar Sera. O Delta Squad, junto com o irmão do Anthony Carmine, B. Carmine, vão tentar, de uma vez por todas, acabar com essa guerra interracial que já dura mais de quinze anos. A história do jogo é surpreendente, se desenvolve muito bem e tal, mas não é tudo o que a crítica diz que é. A trama do Dominic procurando por sua esposa não é tão tensa assim como dizem, mas mesmo assim o conjunto total da história do jogo é uma coisa incrível.

Gameplay:

Na primeira vez que eu joguei o jogo, e até antes, eu só defendia o Wii, achava que ele era o máximo, e pagava muito pau pro console e seus poucos jogos decentes. Quando coloquei a mão no controle e comecei a jogar, foi amor a primeira vista: os comandos fluíam tão bem, mesmo com várias opções de comando possíveis; geralmente, os jogos de tiro, sejam em primeira ou terceira pessoa, tem esse problema que é dificuldade na mira, fazendo que tu quase nunca mude-a, tendo que ficar mirando sempre num mesmo ponto e só mechendo o corpo. Mas, com Gears, todos os sistemas de mira são muito confortáveis e é muito fácil conseguir mirar com precisão e velocidade, tornando o jogo muito mais prazeroso de ser jogado.

Equipado com a Lancer, B no inimigo e...

Equipado com a Lancer, B no inimigo e...

Multiplayer:

Com 100% de certeza, o carro-chefe do jogo. Sem o multiplayer online (o split-screen é desconfortável, como sempre), o jogo já teria um replay value alto, mas, com todos os modos e mapas que dispõe, ele é muito difícil de se enjoar. E, quando tu te enjoares dos modos de jogo mais tradicionais, nunca é tarde para testar o Horde Mode, modo onde vem 50 waves de monstros, cada vez mais difíceis, para tentarem matar Marcus e sua turma. Esse é um modo muito divertido, seja sozinho ou pela internet.

Gráficos e som:

Eu, sinceramente, acho os gráficos de Gears 2 estonteantes. Para mim, os melhores gráficos do ano vão a esse jogo. Os efeitos das balas, sangue, lasers e todo o resto te faz babar. A riqueza de detalhes é imensa, é tudo muito bem elaborado e realizado. A trilha sonora do jogo dá um clima que te prende muito ao jogo, assim como os efeitos sonoros de  serras, socos, chutes, pisões, tiros, enfim, tudo. Os personagens são muito bem dublados, com vozes que lembram as vozes que esses personagens teriam se fossem reais (graves e “fortes”). No final das contas, toda a arte do jogo é muito bem realizada.

Ao se deparar com uma dessas, ou reze ou aperte B o máximo que puder.

Ao se deparar com uma dessas, ou reze ou aperte B o máximo que puder.

Considerações finais:

O jogo certamente foi uma das melhores compras que eu fiz envolvendo jogos de XBox 360. Quem tem um, por favor, não percam esse grande jogo que, para mim, foi um dos melhores de todos os tempos. Se for possível, e se tiverem um 360, claro, por favor, comprem.

Esse foi o meu primeiro review de uma série de reviews que quero lançar mais ou menos um por semana. Por favor, expressem-se nos comentários.

Atualizações gerais

•Março 3, 2009 • Deixe um comentário

Bom, faz muito tempo que eu não posto. Fato. O motivo disso é que, depois do Natal, fui à praia, sem muito acesso a coisas tecnológicas (um Wii, um laptop e uma internet 3G móvel da Claro, que só pegava EDGE na praia), e nem tinha o que postar. Depois, em fevereiro, fui aos Estados Unidos passar 15 dias, mais precisamente dia 3/02. Lá, como esperado, comprei várias coisas, uma câmera digital, etc, e foi interessantemente divertido. Cheguei e, dois dias depois, voltei à praia. Só fui vir para a cidade novamente no final de fevereiro.

Chegando em Porto Alegre, fiquei jogando XBox 360 até morrer, depois minhas aulas começaram, e só agora me deu vontade de parar e escrever pelo menos um post sobre a minha ausência.

Xbox 360 x PS3

•Dezembro 23, 2008 • 8 Comentários

Por mais que o diretor Hideo Kojima insista que sua última obra é filha de um pai só — segundo ele, seria tecnicamente impossível converter o jogo para o Xbox — , a Konami parece ter uma opinião um pouco diferente. Em declaração à firma de pesquisa de investimentos MorningStar, Yoshitaka Akai, RP da Konami, praticamente confirmou planos de lançar MGS4 para o 360, dizendo: “existe uma demanda mundial por uma versão para Xbox 360 de MGS4 e é algo que estamos atualmente analisando”. (A frase-chave em inglês: “we’re actively looking into a release for the Xbox 360″.)

RETIRADO DE http://continue.com.br

Se isso for verdade, o Playstation 3 (meus amigos que simpatizam ou têm um PS3, me desculpem) vai se foder lindamente. Vejam só, todos os jogos que valem a pena e que são exclusivos pro PS3 (valem a pena não no meu conceito, mas no conceito geral das pessoas):

  • Killzone 2
  • Ratchet And Clank Future
  • Little Big Planet
  • Gran Turismo 5
  • Metal Gear Solid 4

Agora comparemos com os exclusivos de XBox 360 que valem  a pena:

  • Banjo-Kazooie: Nuts and Bolts
  • Dead Rising
  • Fable II
  • Gears of War 2
  • Halo 3
  • Mass Effect
  • Ninja Gaiden II
  • Project Gotham Racing 4
  • Prototype
  • Too Human
  • Tales of Vesperia
  • Beautiful Katamari
  • E muitos outros

E agora com Metal Gear Solid 4 e talvez Little Big Planet indo pro PSP, simplesmente vai deixar de ser uma coisa interessante comprar um PS3, já que ele só tem dois jogos exclusivos interessantes.

Eu sei que PS3 tem gráficos melhores, mas qual a utilidade de gráficos supremos se os jogos são ruins? Não adianta absolutamente nada, comparado ao XBox 360, que tem gráficos parecidos (considerando a qualidade)e ainda tem jogos ótimos.

E ainda mais que XBox 360 tem Beautiful Katamari. s2

Zumbis, Fido.

•Dezembro 22, 2008 • Deixe um comentário

Filmes de zumbis, na minha sincera opinião são ótimos. Eles mostram a humanidade de um jeito frágil e interessante. No caso dos filmes nos quais é retratado um colapso mundial por causa dos ataques dos mortos vivos, é melhor ainda. Mas o que dizer de um filme, que mostra o que aconteceria se os zumbis fossem domesticados? Zumbis trabalhando em fábricas, cadáveres em decomposição ajudando a servir o chá das 18h e garotinhos ficando amigos de criaturas que só pensam em devorar cérebros. Bem vindo ao mundo de Fido.

A história de Fido é essa: nos EUA, num universo alternativo, semelhante à década de 1950, algum tipo de onda espacial atinge a terra. Com isso, todas as pessoas mortas voltam à vida. Uma empresa, a Zombicom inventa um equipamento para controlar os instintos assassinos dos zumbis, neste momento, a guerra contra os mortos vivos já está ganha e o país cria áreas “seguras” onde vivem apenas pessoas vivas e zumbis com as coleiras de controle de zumbis. Depois de saber isso, a história se vira para Timmy, um garoto comum, que tem sua vida mudada no momento em que sua mãe compra um zumbi.

Eu não vou me ater muito ao filme, porque afinal, eu não tenho um blog de cinema. Quero falar mesmo é dos zumbis. Zumbis, estes adoráveis cadáveres comedores de carne e/ou cérebros, há um cheiro melhor do que o de zumbis pela manhã? Talvez sim, afinal, corpos mortos com semanas de decomposição ininterrupta tentem a ter um cheiro desagradável, mas voltemos ao ponto. Filmes de zumbis nos ajudam a pensar no estado quase animalesco em que a humanidade ficaria caso surgisse um vírus, ou uma mladição, ou uma toxina, ou aliens ou ondas espaciais tornassem todos os mortos em inimigos. O dinheiro deixaria de ser usado, pessoas trocariam objetos (”quer trocar meu tanque de gasolina por esta tua metralhadora?”) . Sobrevivência seria uma dádiva. As pessoas lutariam por comida e por água e lentamente toda a cultura seria esquecida, caso os zumbis não fossem controlados.

Gostaram? pois é, o texto não é meu. Ele é do Guilherme Leon, amigo meu, que não tem um blog e pediu para eu postar aqui.

XBox 360, Next Gen Wars.

•Dezembro 21, 2008 • 2 Comentários

Andando pela Fnac com alguns amigos, percebemos que estava exposto um Xbox 360 com Gears of War 2. Como estávamos indo almoçar e não tinha um controle lá, não jogamos. Mas depois de almoçar, voltamos pra Fnac e tinha um controle. Fomos correndo para tentar chegar ao controle antes de todo mundo a fim de testarmos o jogo.

Eu acreditava piamente que Gears of War 2 -e todos os jogos do XBox 360- era simplesmente um jogo de ação aleatório, com nada de especial, tirando gráficos supremos. Mas quem precisava deles? eram só gráficos, e eles não fazem um jogo melhor.

Mas não era BEM assim como eu pensava: além daquele jogo ser mais perfeito que a realidade, ele ainda é muito diferente de um jogo de ação genérico.

Em pé, jogamos quase quatro horas do jogo, parando uma vez para descansar um pouco.

O jogo é completamente intenso, tem uma atmosfera escura e sombria, que, com os gráficos que o jogo oferece, fica perfeito para um jogo do gênero. Como eu só joguei o modo Horde (waves de bichos), eu não pude contemplar o story mode, que parece ser interessante.

Apesar do jogo ser um shooter, não é em primeira pessoa, mas sim em segunda (parecido com as versões 3D de GTA), e, mesmo sendo para um console, tem uma jogabildade muito melhor do que os FPS normais pra console.

O sistema de HP do jogo é interessante: quando tu levas um tiro ou golpe, aparece uma engrenagem no centro da tela, e, na medida que tu vais sendo golpeado, essa engrenagem fica mais intensa, até que tu morres. Mas, se tu ficas um tempo sem ser golpeado, a engrenagem rapidamente desaparece, e teu HP recuperou.

Antes de jogar o jogo, eu achava que o XBox 360 e o PS3 eram consoles horríveis, e que a Nintendo ownava tudo, mas o Gears 2 abriu meus olhos. Com ele, percebi que gráficos são sim importantes, que a Nintendo realmente não é tanto assim para gamers como eu, mesmo sendo o Wii um console divertido de se jogar pelo Mario, Smash Bros. e essas franquias que fazem a Nintendo vender consoles para gamers não-casuais.

XBox 360 tem jogos ótimos, de vários diferentes estilos, todos com gráficos bons e valendo a pena. Por sua vez, o Wii tem poucos jogos com a qualidade dos jogos de 360, sendo eles só os das franquias mais “conservadoras”, como Mario, Zelda, Smash Bros. e Paper Mario, e alguns poucos IPs originais que podem ser legais, como Okami e No More Heroes.

Cheguei à conclusão de que ambos os consoles valem a pena (Wii e XBox 360) para pessoas como eu, que gostam das franquias “conservadoras” da Nintendo, mas vêem que XBox 360 é, sinceramente, melhor.

PS3, por sua vez, acaba sendo a mesma coisa que o XBox 360, com a mesma proposta, só que com Metal Gear Solid, mas sem Gears of War e outros jogos ótimos exclusivos do outro console.

E ainda mais que XBox 360 tem Beautiful Katamari e os outros não. s2

Obras Nerds

•Dezembro 10, 2008 • 3 Comentários

.Guia do Mochileiro das Galáxias: Com uma narrativa completa e empolgantemente sem sentido, o Douglas Adams conseguiu criar a série de livros perfeita. Pra quem não conhece (mesmo acreditando que todas as duas pessoas que lêem esse blog saibam como é), o livro conta a história de vida do inglês Arthur Dent, uma pessoa comum, que vive uma vida comum, até a sua casa ser demolida para criarem uma via expressa.

E depois a Terra é demolida para criarem uma via expressa. Com o polegar apontando para cima, Arthur e seu amigo “quase-betelgeuseano” , Ford Prefect, conseguem carona numa nave Vogon, que, por acaso, era a mesma raça que estava destruindo a Terra.

Depois de papo-furado com os Vogons, eles são atirados no espaço, onde são encontrados pela nave onde está o presidente da galáxia, Zaphod Beeblebrox, uma garota que ele tinha conhecido na Terra algum dia desses, Trillian, e Marvin, um robô maníaco-depressivo, que só vive por aí reclamando.

Juntos, eles vão em muitas aventuras em planetas estranhos,  se separam, se encontram, se divertem, ficam tristes, e todas essas sensações humanas.

Toda essa história que, na medida que o tempo passa, só perde mais ainda o sentido, é completada pelo estilo impecavelmente genial e engraçado do Douglas Adams, que, por sua vez, inspirou várias outras obras que, sinceramente, não chegam perto do que é O Guia do Mochileiro das Galáxias, O Restaurante no Fim do Universo, A Vida, o Universo e Tudo o Mais, Até Mais e Obrigado pelos Peixes e Praticamente Inofensiva, os cinco livros da trilogia.

.O Balconista: Um filme feito de um nerd para os nerds de todo o mundo. A obra não é muito difundida, não foi um filme caro de se produzir, ele, mesmo tendo sido feito em meados dos anos ‘90, era em preto-e-branco, não teve quase nenhuma repercussão na mídia, poucas críticas em jornais, enfim, um filme desconhecido pela população em geral.

E por isso que virou um filme nerd/cult. O diretor, para conseguir gravar O Balconista, simplesmente vendeu toda a coleção de quadrinhos dele, o que pagou todo o filme.

O filme conta a história de dois amigos que trabalham numa lanchonete, falando coisas sem-sentido, nerdices e ficam aprontando algazarras por aí.

Eu não lembro muito da história em si, já que vi a muito tempo atrás e só estou puxando da memória, sem ajuda da Wikipedia nem nada. Mas eu lembro que o filme era bastante engraçado.

No mesmo ramo desse filme, foram criados vários outros filmes, bem parecidos por sinal, como por exemplo Cara, Cadê Meu Carro e O Império do Besteirol Contra-Ataca, e uma continuação, chamada, criativamente, de O Balconista 2.

-Eu estava sem idéias pra posts, por isso saiu pequeno e sem muita informação.

Dreamworks, Madagascar.

•Dezembro 6, 2008 • 4 Comentários

Domingo passado, em um incrível lapso de tédio, resolvi ir ao cinema. Chegando lá, percebi que haviam três possibilidades: A Duquesa, que me parece ser muito bom; Queime Depois de Ler, que também me parece muito bom;

e Madagascar 2. Como um amigo meu estava junto, e ele já tinha visto Queime Depois de Ler e não queria ver A Duquesa, resolvemos ir ver a pré-estréia de Madagascar 2 (o filme estréia oficialmente no Brasil no dia 12/12).

Como vocês provavelmente sabem, o filme é ruim.

A obra de lixo arte é a seqüência de Madagascar, um filme onde quatro animais que viviam em um zoológico no Central Park fogem para Madagascar, se metendo em várias aventuras. Na continuação, alguns pingüins que foram com eles para Madagascar conseguem consertar um velho avião que caiu na ilha e eles tentam voltar para Nova Iorque, só que o avião cai em uma região de preservação ambiental na África, onde os quatro encontram seus semelhantes e ficam muito felizes. Alex, um leão retardado, encontra o pai que é pagé do lugar lá, e aí eles ficam felizes blábláblá, mas daí Alex tem de fazer um teste para participar do bando dos leões. Ele não passa no teste, o pai dele renuncia do cargo de pagé, e entra no cargo um cara com um topete legal, que é um tirano. Aí um monte de coisa inútil acontece, e o lago da região seca, e o Alex e seu amigo zebra vão averiguar, e descobrem que alguns humanos perdidos construiram uma barragem no lugar para ficarem com água para eles. Ele salva o lugar, todos ficam felizes  e acaba.

O filme, além de ser ruim, só tem uma piada boa (eram duas, mas eu não me lembro da primeira), e ela é sobre comunistas. Eu recomendo não assistirem ao filme, ele segue o padrão de TODOS os filmes da Dreamworks.

Falando na Dreamworks, gostaria de ressaltar que ela é a pior empresa de animação que está atuando no mercado. Todas as animações dela são lixo. Eis uma lista:

  • FormiguinhaZ (1998)
  • Shrek (2001)
  • Shrek 2 (2004)
  • O Espanta-Tubarões (2004)
  • Madagascar (2005)
  • Os Sem-Floresta (2006)
  • Shrek The Third (2007)
  • Bee Movie (2007)
  • Kung Fu Panda (2008)
  • Madagascar 2 (2008)

FormiguinhaZ é uma imitação chinelona de Vida de Inseto, os três Shreks são uma porcaria, O Espanta-Tubarões é igualmente chato, Madagascar também, Os Sem-Floresta ainda mais idiota, Bee Movie foi o único que eu não vi, Kung Fu Panda nem se fala, e para Madagascar 2 minha opinião já foi expressada.

Pelos motivos citados aqui, digo que a Dreamworks é ruim e a Disney Pixar vale a pena, todas as animações dela são ótimas, tirando Carros, que eu não vi nem quero ver, por favor.

Back in Black, plz.

•Dezembro 6, 2008 • Deixe um comentário

Como todas as coisas que eu faço, eu enchi o saco do blog anterior rápido. Mas, depois de uns três meses sem escrever nada e nem ler blogs, estou de volta com esse novo blog aqui, que acredito que vá durar menos, mas tanto faz.

Para os que não liam meu blog anterior (tenthousandshowers.blogspot.com), meu nome é Vitor, e eu sou um nerd que reclama de tudo. Não que sejam coisas ruins.

Mas então, só queria avisar que voltei, e essa volta pode vir a ser interessante. Mas é só esperando que se vê o resultado.